Hoje acordei em uma realidade bizarra
Hoje acordei em uma realidade bizarra. Uma realidade na qual o brasil era uma nação fascista,. Onde o governo havia se aliada às igrejas neopentecontais. onde o ódio dos indivíduos definia suas vidas e a população idolatrava um líder xenofóbico, homofóbico, corrupto e que endeusava o líder de outra nação. As ruas se assemelhavam ao velho oeste americano, especialmente a interpretação feita nos filmes de faroeste, onde as pessoas andavam armadas livremente, com seu direito legal, fazendo justiça com as próprias mãos. O direito inato de portar armas. Mais uma forma de segregação: aqueles capazes de comprar equipamento bélico de ponta e aqueles incapazes. Forma eficiente de resolução de problemas conjugais, de diferenças entre vizinhos ou simplesmente atritos do dia a dia: mete bala, tudo resolvido. É a arma como prótese, como extensão do ser humano possibilitando o homem comum ser e sentir especial, mais perigoso. Mas do faroeste falta o código de honra, a noção de que, mesmo armados, os...